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Na onda da internet: arquiteto diz o que é e o que não é de bom tom na Arquitetura e Decoração

Bem descontraído, Márcio Barreto orienta o público com aquelas dúvidas comuns dos clientes e internautas.

É muito comum na internet o público fazer perguntas ou pedir orientações aos arquitetos de quais produtos que podem ser adquiridos para um projeto, principalmente quando o assunto é a relação custo/ benefício. Por este motivo, o especialista em arquitetura acessível, Márcio Barreto, orienta para o que é e o que não é de bom tom na Arquitetura e Decoração.

Nessa relação entre o cliente e o arquiteto, é muito comum o público optar por produtos que não foram indicados pelo profissional, por exemplo. No entanto, o especialista Márcio Barreto, fala o porquê dessa atitude não ser de bom tom. “Isso modifica completamente o resultado do espaço montado. Cada material precisa ser pensado e combinado com os demais que compõem o ambiente. Mudar alguns desses itens pode comprometer todo o resultado” afirma Márcio.

Já quando o assunto é apresentar qualidade e bom resultado no projeto, o arquiteto também fala que é de bom tom que o profissional busque ter uma boa equipe, fazer uma parceria com um engenheiro, por exemplo. Um bom projeto também precisará de uma boa execução para o resultado perfeito. Chamar um “faz tudo” para executar a obra, mesmo tendo um projeto lindo, não é garantia de bom resultado. Todo o processo precisa ser realizado com qualidade e por profissionais qualificados”, lembra.

Outro ponto importante que Márcio Barreto faz questão de orientar, é que o cliente deve sim acompanhar o projeto, pois é necessário o consumidor participar, ter um tempo para amadurecer as ideias e aprovar tudo que foi apresentado pelo arquiteto.

Se você acha que a arquitetura acessível é apenas para a classe C, saiba que esse pensamento não é de bom tom. Para o especialista, esse tipo de arquitetura tem o seu estilo próprio e requer muita criatividade para o desenvolvimento. “Existe muita gente com dinheiro querendo sair do senso comum e criar seus espaços personalizados, usando os conceitos de arquitetura acessível. Se engana, quem acredita que fazer arquitetura acessível é apenas reproduzir de forma mais barata soluções de maior custo” destaca Márcio Barreto.

Ele também chama atenção do cliente que tem aquele velho costume de fazer a obra “por conta própria” e afirma que esse é um grande risco. “Se você pretende gastar duas vezes para fazer a mesma coisa e não se importa com a segurança do espaço, a autoconstrução é para você mesmo!”, brinca o arquiteto. Ele ainda continua, “antes de iniciar qualquer modificação em casa, pesquise e faça orçamentos com profissionais que possam te auxiliar. Nem sempre o “faça você mesmo” é o caminho mais barato”, finaliza.

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